Alagoas – Lei Orçamentária e Ebola são discutidas por secretários de saúde de todo o País

Representando a Região Nordeste como vice-presidente, Jorge Villas Bôas destacou a importância da interação entre os Estados
Secretários de saúde de todo o Brasil apontam estratégias para o avanço na saúde pública

O Secretário de Estado da Saúde de Alagoas, Jorge Villas Bôas, participou, nesta quarta-feira (29), da 7ª Assembleia do Conass, em Brasília. Na pauta de discussão, que reuniu 17 secretários estaduais de saúde de todo Brasil, destacaram-se os temas desabastecimento da Assistência Farmacêutica Básica, o Sistema Nacional de Demandas Judiciais em Saúde, além do Projeto de Lei Orçamentária para 2015 e a doença Ebola.

“É muito importante a nossa participação na assembleia do Conass, porque é neste momento que os secretários de estado da saúde têm a oportunidade de promover a articulação e montar estratégias com objetivo de avançarmos na saúde pública do nosso País e, consequentemente, com resultados positivos para Alagoas”, ressaltou Villas Bôas, que é vice-presidente do Conass, representando a Região Nordeste.

Segundo o secretário, a troca de informações entre os demais secretários só tem a somar no processo de defesa do sistema Único de Saúde (SUS). “Aqui temos a oportunidade de discutir e atualizar temas fundamentais na condução do SUS, como o projeto de Lei Orçamentária para 2015 e a situação da doença Ebola no mundo e seus riscos para o Brasil”, acrescentou.

A situação atual da Ebola no País foi o tema da palestra do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Segundo ele, a comunicação e a disseminação da informação para a população são fundamentais para o processo.

Para Michelle Caputo Neto, secretário de estado da Saúde do Paraná e vice-presidente do Conass na Região Sul, que presidiu a reunião, a assembleia foi positiva e trouxe discussões importantes para o fortalecimento do SUS no Brasil. “Nossas pautas tem a ver com pactuações que irão refletir na organização do sistema, como os recursos que serão utilizados, aplicados e distribuídos”, disse.

Ele destacou, ainda, a importância do diálogo e da troca de informações. “Existem muitos encaminhamentos junto ao Ministério da Saúde que são acompanhadas pela equipe técnica do Conass. Muitas dessas questões não serão resolvidas na próxima tripartite, mas precisamos amadurecer e fortalecer a posição do Conass”, ressaltou.

“Mais uma vez o Conass mostra que, apesar de algumas situações diferentes em cada  estado, o que prevalece sempre é o consenso”, finalizou.

Por: Luana Lamenha

Ascom – SES/AL

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