Ceará investiga mais óbito infantil do que o Nordeste e Brasil

Assessoria de Comunicação -Ceará

O Ceará está investigando os óbitos infantis melhor que o Nordeste e o Brasil. Em 2012, o Brasil investigou 43,7% dos 29.771 óbitos notificados no País, o Nordeste 37,2% das 9.389 notificações na região e, o Ceará, investigou 60,8% de 1.260 óbitos infantis notificados no Estado. Os dados estão no Boletim Epidemiológico da Mortalidade Infantil, divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado. “Isso mostra que os comitês de mortalidade infantil dos municípios estão funcionando”, observa o coordenador de Promoção e Proteção à Saúde da Sesa, Manoel Fonsêca. Segundo ele, “ao conhecer de que morrem nossas crianças, podemos definir melhor e em tempo hábil estratégias para evitar novos óbitos”.

Fonte: Sistema de Informação. MS/Datasus até 2009; SESA/Coprom/Nuias a partir de 2010.

No ano passado, o Ceará manteve a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) de 2011, de 12,3 óbitos por mil nascidos vivos. De 1.260 óbitos infantis registrados, 676 (53%) foram notificados em até 30 dias, conforme determinação do Ministério da Saúde. Foram investigados 766 óbitos (60,8%) e, destes, 653 (85,2%) foram investigados oportunamente, em até 120 dias, como recomenda portaria ministerial. Entre os menores de 1 ano, o Ceará reduziu a mortalidade infantil em 50,8% em dez anos, baixando a TMI de 25 por mil nascidos vivos para 12,3 em 2012.

Mais aleitamento

Entre os fatores que contribuem para a redução da mortalidade infantil estão o aumento da cobertura vacinal da população, o uso da terapia de reidratarão oral, o aumento da cobertura do pré-natal, a redução contínua da fecundidade, a melhoria das condições ambientais, o aumento do grau de escolaridade das mães e das taxas de aleitamento materno e a ampliação de rede de assistência. Segundo estudos do IBGE, o Ceará foi o Estado que mais diminuiu a mortalidade infantil no país. Isso com base em dados de 2010. Em segundo lugar está o Rio Grande do Norte, com a TMI de 13,4. A Paraíba vem em terceiro lugar, com a taxa de 14,5 por mil nascidos vivos.


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Foto: http://www.obesidadeinfantil.org/

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