CHIKUNGUNYA – Seminário em Fortaleza reúne especialistas da Bahia, Rio de Janeiro e Goiás para discutir a doença e formas de controle do Aedes

chik-goTendo em vista o caráter epidêmico da chikungunya e a gravidade da doença, relativamente nova para a saúde pública brasileira, a Frente Parlamentar de Combate ao Aedes aegypti da Assembleia Legislativa do Ceará, em parceria com instituições e sociedade civil, realiza neste momento (27/03) no auditório Deputado João Frederico Ferreira Gomes, o seminário: *’CHIKUNGUNYA – Conhecer para prevenir e combater: Experiências e atitudes no enfrentamento ao Aedes aegypti’.

As consequências da febre chikungunya para a saúde das pessoas, políticas públicas, estratégias e ações de enfrentamento ao mosquito transmissor serão abordadas durante o evento.

O Seminário é voltado para especialistas, gestores municipais, profissionais da saúde, técnicos da área do controle das arboviroses, instituições de ensino e pesquisa, empresários e sociedade civil.

A programação do Seminário, conta com a participação dos secretários estaduais de saúde do Ceará – dr. Henrique Javi e de Goiás – dr. de especialistas da área da saúde do Ceará, da Bahia, do Rio de Janeiro e de Goiás, contemplando desde o conceito da doença às técnicas de inovação de combate ao transmissor da chikungunya.

A médica infectologista, Dra. Melissa Falcão, da Bahia, apresentará a doença e seus riscos. Já a Secretaria se Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, está representada pelo coordenador de endemias Divino Martins que irá compartilhar algumas políticas públicas e ações que deram certo Brasil no enfretamento ao Aedes.

A chikungunya pode matar
Com o desenvolvimento de novas pesquisas, está se provando que, além de causar importantes limitações físicas, a chikungunya também mata. Segundo especialistas do estado de Pernambuco, a chikungunya é a pior das arboviroses.

No Ceará, uma pessoa já morreu este ano, vítima da doença. Em 2016, foram 81 óbitos suspeitos por chikungunya, sendo 26 confirmados. Segundo dados do último boletim epidemiológico da Secretaria Estadual da Saúde, este ano já foram registrados 3.385 casos de chikungunya no Estado.

O Seminário “CHIKUNGUNYA – Conhecer para prevenir e combater: Experiências e atitudes no enfrentamento ao Aedes aegypti” é uma promoção da Frente Parlamentar de Combate ao Aedes aegypti, com o apoio e colaboração da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (SESA), da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Ceará (CONSEMS-CE) e da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (APRECE) e apoio institucional do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), da Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (SMS), do Conselho Estadual de Saúde do Ceará (CESAU), da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (CAGECE), do Núcleo de Tratamento e Estimulação Precoce (NUTEP), da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), do Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE), da Universidade de Fortaleza (UNIFOR), do Ministério da Saúde (MS), do Café Santa Clara, da Jandaia, da Panebox, da Alivita e da Montmartre.

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