Em coletiva, secretário Estadual de Saúde anuncia nova gestora do Hospital Regional de Rondonópolis

O secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, anunciou na tarde de quinta-feira (03.01) em Rondonópolis (a 214 km da Capital), durante entrevista coletiva à imprensa, que o Hospital Regional de Rondonópolis Irmã Elza Giovanella será dirigido pela gestora governamental Caroline Campos Dopes Conturbia Neves.

As entrevistas foram pautadas na retomada pelo Estado da unidade hospitalar, que deixou de ser administrada pelo Instituto Gerir em novembro de 2018, após decisão judicial. De acordo com o secretário, o Hospital Regional de Rondonópolis passa a ser oficialmente gerido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e coordenado por Caroline.

 Além de gestora governamental, a diretora tem experiência no setor público e exerceu o cargo de secretária-adjunta de Finanças da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (SEDUC).

“Foi tomada a decisão de nomear a gestora governamental para dirigir essa unidade, já que tem competência para tal. A gestora vai exercer a função de comando até que o governador aprove a nova estrutura organizacional do Hospital Regional por meio de um decreto a ser editado na semana que vem”, explicou Gilberto.

Na visita ao hospital, o secretário Gilberto Figueiredo realizou reuniões com gestores, servidores, técnicos e médicos. O objetivo foi o de estabelecer um diálogo efetivo com servidores e empresas prestadoras de serviço, a fim de gerar economia para os cofres públicos. No final da manhã, foi organizado um importante encontro no Escritório Regional de Saúde, ocasião em que foi solicitada uma força tarefa para a retomada da gestão do Hospital.

Conforme o secretário, o Hospital Regional de Rondonópolis conta com uma equipe de aproximadamente 700 servidores e gera um custo mensal de quase R$ 9 milhões ao Estado. Este valor, ressaltou Gilberto, será reduzido por meio da revisão, rescisão e renegociação dos contratos com os prestadores de serviços. “Nossos serviços com alimentação e lavanderia, por exemplo, podemos diminuir a despesa em mais de 50%”, concluiu.

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