Fibrose Cística pode ser diagnosticada com o teste do pezinho

Dia (5) foi o Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística, problema que no Brasil pode atingir um em cada sete mil nascidos vivos. Também conhecida como mucoviscidose, a doença é um problema genético que a criança herda dos pais na hora da formação e causa o acúmulo de muco denso e pegajoso nos pulmões, no trato digestivo e outras áreas do corpo.

A doença costuma se manifestar em pessoas claras, que apresentam descendência europeia (caucasianas) de ambos os sexos.  Alguns sintomas comuns da doença são tosse crônica, suor excessivamente salgado e fezes grossas acompanhadas de gordura. “A criança com fibrose cística pode apresentar desnutrição e problemas respiratórios graves”, explica a consultora técnica do Programa Nacional de Triagem Neonatal(PNTN), Ana Stela Goldbeck.

A forma mais simples de diagnosticar a fibrose cística é por meio da triagem neonatal na hora do nascimento da criança, conhecida como teste do pezinho. O exame é feito para detectar algumas doenças que podem causar sequelas graves no desenvolvimento e crescimento do recém-nascido, como Hipotireoidismo congênito, Fenilcetonúria e Doença Falciforme. Também é possível diagnosticar a doença por meio de outros testes, como o de suor.

Nem sempre o recém-nascido apresenta os sintomas da fibrose cística. A consultora técnica explica que a doença pode se manifestar mais tarde. “Como existem várias mutações (erros genéticos no DNA) a doença pode se manifestar mais cedo ou mais tarde, de forma moderada ou mais grave, mas sempre na primeira infância”, alerta Ana Stela.

O Ministério da Saúde estima que aproximadamente 1250 pessoas vivem com fibrose cística. A incidência maior é nas regiões sul e sudeste, onde vivem mais pessoas com caraterísticas caucasianas.

O que o SUS oferece – Desde 2001, o Sistema Único de Saúde (SUS) detecta a fibrose cística desde o período neonatal, por meio do teste do pezinho. O diagnóstico precoce da doença possibilita um tratamento mais rápido e completo, com acompanhamento multidisciplinar. “O SUS também oferece gratuitamente enzimas pancreáticas para o tratamento das crianças ou dos portadores de insuficiência pancreática, que também pode causar fibrose pulmonar”, destaca Ana Stela Goldbeck.

 

Fibrose Cística pode ser diagnosticada com o teste do pezinho

O SUS oferece o teste do pezinho para diagnosticar a fibrose cística | Foto: Drew Myers/Corbis

Hoje (5) é o Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística, problema que no Brasil pode atingir um em cada sete mil nascidos vivos. Também conhecida como mucoviscidose, a doença é um problema genético que a criança herda dos pais na hora da formação e causa o acúmulo de muco denso e pegajoso nos pulmões, no trato digestivo e outras áreas do corpo.

A doença costuma se manifestar em pessoas claras, que apresentam descendência europeia (caucasianas) de ambos os sexos.  Alguns sintomas comuns da doença são tosse crônica, suor excessivamente salgado e fezes grossas acompanhadas de gordura. “A criança com fibrose cística pode apresentar desnutrição e problemas respiratórios graves”, explica a consultora técnica do Programa Nacional de Triagem Neonatal(PNTN), Ana Stela Goldbeck.

A forma mais simples de diagnosticar a fibrose cística é por meio da triagem neonatal na hora do nascimento da criança, conhecida como teste do pezinho. O exame é feito para detectar algumas doenças que podem causar sequelas graves no desenvolvimento e crescimento do recém-nascido, como Hipotireoidismo congênito, Fenilcetonúria e Doença Falciforme. Também é possível diagnosticar a doença por meio de outros testes, como o de suor.

Nem sempre o recém-nascido apresenta os sintomas da fibrose cística. A consultora técnica explica que a doença pode se manifestar mais tarde. “Como existem várias mutações (erros genéticos no DNA) a doença pode se manifestar mais cedo ou mais tarde, de forma moderada ou mais grave, mas sempre na primeira infância”, alerta Ana Stela.

O Ministério da Saúde estima que aproximadamente 1250 pessoas vivem com fibrose cística. A incidência maior é nas regiões sul e sudeste, onde vivem mais pessoas com caraterísticas caucasianas.

O que o SUS oferece – Desde 2001, o Sistema Único de Saúde (SUS) detecta a fibrose cística desde o período neonatal, por meio do teste do pezinho. O diagnóstico precoce da doença possibilita um tratamento mais rápido e completo, com acompanhamento multidisciplinar. “O SUS também oferece gratuitamente enzimas pancreáticas para o tratamento das crianças ou dos portadores de insuficiência pancreática, que também pode causar fibrose pulmonar”, destaca Ana Stela Goldbeck.

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