Guia de Apoio à Gestão Estadual do SUS

Apresentamos a seguir alguns sítios eletrônicos que podem ser acessados pela internet, que oferecem ferramentas e aplicativos para acesso a diversas informações de interesse para a gestão do SUS. Através destes é possível obter tanto indicadores previamente calculados como um conjunto de dados que podem ser tabulados de acordo com as necessidades / interesse do usuário, possibilitando o cruzamento de diversas variáveis.
topo
 

1. PORTAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

1.1 Site do DATASUS/TABNET

1.2 Sala de Apoio à Gestão Estratégica – SAGE

1.3 Site do Fundo Nacional de Saúde

1.4 Página do SISMAC – Sistema de Controle de Limite Financeiro da Média e Alta Complexidade

2. SITE DO PROADESS – AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO SISTEMA DE SAÚDE / FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ – FIOCRUZ / ICICT;

3. SITE “REGIÃO E REDES: CAMINHO DA UNIVERSALIZAÇÃO DA SAÚDE NO BRASIL”

4. PORTAL DO INCA – INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER

5. PORTAL DA ANS -AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR

6. ATLAS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO NO BRASIL

7. PORTAL DO IPEA – INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICAS APLICADAS

8. PORTAL DO IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

9. OUTRAS FONTES DE INFORMAÇÃO

 

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1 – PORTAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

 

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1.1 – Site do DATASUS / Ministério da Saúde (TABNET).

O TABNET é um aplicativo de tabulação de dados disponibilizado pelo DATASUS, de domínio público, que permite organizar dados de forma rápida, conforme a consulta que se deseja tabular, permitindo o cruzamento de diversas variáveis. Foi desenvolvido para gerar informações das bases de dados do SUS, mas apresenta também diversos indicadores “prontos”. É a fonte de informações em saúde mais utilizada no dia a dia, tanto nos serviços de saúde como por pesquisadores.

O Site disponibiliza um tutorial, que orienta sua utilização de forma simplificada e manual, mais detalhado.

Principais informações disponíveis:

  • Indicadores de Saúde (Indicadores publicados no IDB da RIPSA – Rede de Informações para a Saúde , Indicadores do rol de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores 2013-2015);
  • Assistência à Saúde (Internações Hospitalares – produção / SIH, Produção Ambulatorial / SIA, Imunizações / SIPNI, Atenção Básica – Saúde da Família, Vigilância Alimentar e Nutricional);
  • Epidemiológicas e de Morbidade (Morbidade Hospitalar do SUS / SIH, Doenças de Notificação / SINAN, Estado Nutricional, Câncer de Colo Uterino e de Mama);
  • Rede Assistencial (dados do CNES e da Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária – AMS);
  • Estatísticas Vitais (dados de Mortalidade / SIM e sobre Nascidos Vivos / SINAN);
  • Demográficas e Socioeconômicas (informações provenientes do IBGE, como População Residente, Educação, Trabalho e Renda, Produto Interno Bruto, Saneamento);
  • Inquéritos e Pesquisas (informações provenientes da PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do VIGITEL – Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico, do VIVA – Vigilância de Violência e Acidentes e de Inquéritos de Saúde Bucal).
  • Informações Financeiras: As informações referentes às questões orçamentárias são disponibilizadas através de link com o site do SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde), onde através do TABNET é possível consultar informações referentes às unidades federadas que transmitiram dados por meio deste sistema. Permite realizar consultas por fase da despesa e acessar a série histórica de indicadores que demonstram a participação das diversas fontes de receita nas despesas totais e com saúde, o percentual da receita própria aplicada em ações e serviços de saúde conforme a LC 141/2012, dentre outras. Outras informações sobre financiamento estão mais defasadas ou com links inadequados. Para dados sobre as transferências federais de recursos recomenda-se por este motivo acessar diretamente a página do Fundo Nacional de Saúde ou a Sala de Apoio à Gestão Estratégica – SAGE.

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1.2 – Sala de Apoio à Gestão Estratégica – SAGE

A Sala de Apoio à Gestão Estratégica (SAGE), sob gestão da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa – SGEP – do Ministério da Saúde, é um instrumento de produção e disseminação de dados e informações, que possam contribuir para a redução das incertezas do processo decisório no nível estratégico da gestão em saúde. Possibilita projeções e inferências setoriais, além de contribuir para a transparência das ações desenvolvidas na área da saúde.

É uma ferramenta útil e de fácil utilização, porém apresenta problemas na atualização de alguns temas.

Disponibiliza por intermédio da internet, em forma de análises de caráter executivo e gerencial, informações produzidas pelos órgãos do Ministério da Saúde (MS); por entidades vinculadas; e por outras instituições de saúde:

No intuito de facilitar o acesso e a compreensão dos diversos dados e informações disponibilizadas, a navegação na SAGE foi estruturada em módulos organizados nos seguintes menus:

 

  • Redes e Programas (acompanhamento das metas físicas, das coberturas e dos quantitativos relacionados às principais ações e programas do Ministério da Saúde). As informações estão agrupadas de acordo com as redes prioritárias de saúde do governo: Saúde Conte com a Gente (saúde mental), Saúde Mais Perto de Você (atenção básica), Saúde Não Tem Preço (assistência farmacêutica), Saúde Toda Hora (atenção às urgências), Saúde da Mulher (atenção à mulher), Saúde Prisional e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
  • Situação de Saúde (disponibiliza indicadores epidemiológicos e operacionais relacionados a doenças e agravos caracterizados como problema de saúde pública): Auxilia na elaboração de análises contextuais utilizadas na formulação de políticas e na avaliação de intervenções específicas no campo da saúde.
  • Gestão/Financiamento: Aborda a execução orçamentária do Ministério da Saúde, por unidade orçamentária, programas e ações; informa os limites financeiros por empenho e por fontes de recurso e detalha a situação de convênios e apresenta as transferências fundo a fundo, particularizando os repasses financeiros. Exibe informações sobre estabelecimentos e profissionais de saúde em atuação no SUS. Mostra indicadores de processo e resultados do monitoramento do Pacto pela Saúde. Disponibiliza os dados referentes ao processo de gestão, à descentralização e ao controle social. Apresenta aspectos socioeconômicos, demográficos e territoriais que permitem identificar a situação conjuntural brasileira. Reúne dados políticos de estados e municípios, bem como as representações no poder Legislativo e sua atuação na área da saúde, por meio de emendas e convênios.

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1.3 – Site do Fundo Nacional de Saúde

Permite visualizar os dados referentes a todos os repasses federais a estados e municípios, tanto através de repasse fundo a fundo (que pode ser detalhado conforme bloco de financiamento e a seguir segundo ação, serviço ou estratégia) como por convênios.

Cabe lembrar que para visualização dos repasses aos fundos estaduais / secretarias estaduais deverá ser assinalado além do campo referente ao estado específico, o campo “município” (neste caso a capital) e posteriormente selecionar o Fundo ou a SES dentre os diversos beneficiários nela sediados.

 

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1.4 – Página do SISMAC – Sistema de Controle de Limite Financeiro da Média e Alta Complexidade

O SISMAC disponibiliza informações, via web, sobre a composição dos limites financeiros da atenção de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar dos estados, Distrito Federal e municípios, podendo ser acessado por todos os gestores estaduais e municipais do país, além do Ministério da Saúde. As principais funcionalidades externas são:

  • Consultar e acompanhar periodicamente os limites financeiros dos recursos MAC;
  • Atualizar os quadros estaduais e municipais sempre que necessário, por meio do cadastramento de portarias publicadas, que alteram os limites financeiros e/ou remanejam recursos, de acordo com as pactuações realizadas pela Comissão Intergestores Bipartite – CIB;
  • Promover a exportação da base de pagamento dos limites financeiros dos recursos MAC para o Sistema de Gerenciamento de Recursos Financeiros – SISGERF;
  • Disponibilizar informações para a Coordenação-Geral de Sistemas de Informação – CGSI sobre a descentralização dos recursos MAC aprovados na CIB para os municípios, após adesão ao Pacto pela Saúde, para indicação de liberação no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, bem como, para processamento e envio da Produção Ambulatorial e Hospitalar de Média e Alta Complexidade – MAC.

 

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2 – SITE DO PROADESS – AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO SISTEMA DE SAÚDE / FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ – FIOCRUZ / ICICT

 

O PROADESS tem sua origem em uma proposta de metodologia de avaliação para o sistema de saúde brasileiro, formulada por uma rede de pesquisadores vinculados a sete instituições de pesquisa no campo da saúde coletiva: A Metodologia de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde (PROADESS). Esta metodologia foi depois revista por um grupo de especialistas da Fiocruz, que definiu um conjunto de indicadores (selecionando aqueles passíveis de cálculo usando como principais critérios a validade e a viabilidade) para monitorar as desigualdades em saúde e o acesso aos serviços de saúde nas diferentes dimensões propostas de avaliação.

O PROADESS desenvolveu uma Ficha Técnica (onde constam as definições, métodos de cálculo e fontes de informação) para cada indicador e os cálculos foram realizados para as Unidades da Federação e Grandes Regiões e, mais recentemente, para as Regiões de Saúde. Paralelamente, foi desenvolvida uma página na Web apresentando uma Matriz de Indicadores com o objetivo de tornar os dados facilmente acessíveis e constantemente atualizados.

Os indicadores selecionados e calculados para cada dimensão e sub-dimensão podem ser acessados a partir de cada caso e abre diferentes possibilidades de gerar informações por recortes geográficos, sexo, idade, escolaridade e renda. Os indicadores foram construídos com base em dados dos sistemas nacionais de informação, censo demográfico e pesquisas de base populacional, considerando, sempre que possível, uma série histórica com início em 1998, com atualizações anuais.

A matriz de indicadores envolve as seguintes dimensões: Determinantes da Saúde, Condições de Saúde da População, Sistema de Saúde e Desempenho do Sistema de Saúde e está sintetizada na figura abaixo (extraída do site do PROADESS).

 

matriz-dimensoes

 

Os diversos indicadores podem ser acessados através de links constantes em matrizes específicas para o Brasil, Grandes Regiões e Estados e para as Regiões de Saúde .

 

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3 – SITE “REGIÃO E REDES: CAMINHO DA UNIVERSALIZAÇÃO DA SAÚDE NO BRASIL”

 

O site “Região e Redes” é oriundo da pesquisa “Políticas, planejamento e a gestão das regiões e redes de atenção à saúde no Brasil” que tem por finalidade “identificar as condições que estejam favorecendo ou dificultando a regionalização nos estados e a conformação das redes de atenção à saúde”, que pretende compreender os possíveis entraves à diminuição das desigualdades na universalização da saúde no Brasil. É fruto do trabalho de cerca de 80 pesquisadores, oriundo de 22 instituições (universidades e centros de pesquisa) das mais diversas regiões do país. Foi financiada com recursos do Ministério de Ciência e Tecnologia / CNPQ e Ministério da Saúde / SCTIE.

“Regiões e Redes” disponibiliza um banco de indicadores, classificados segundo diversos temas e um conjunto de mapas, atualizados em julho de 2014 com versão operacionalmente mais amigável e com uma tipologia nacional das regiões de saúde atualizada.

Por meio desta ferramenta, o pesquisador pode buscar as informações referentes a cada região de saúde em perspectiva com o contexto socioeconômico da população local, a demanda em serviços de saúde e a organização do sistema de saúde local, permitindo inclusive avaliar a maior ou menor presença da medicina suplementar e / ou a presença do Estado.

Utiliza informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (Censo Demográfico de 2010), dos Bancos de Dados do Sistema Único de Saúde disponíveis no Datasus, da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS do Ministério do Trabalho e o Sistema de Contas Regionais – IBGE.

As unidades de análise foram as Comissões Intergestores Regionais – CIR, a partir da agregação de dados municipais e microdados do Censo Demográfico 2010. Os indicadores podem ser acessados segundo  estado, região de saúde, município, região e município e estado, região e município.

 

Informações disponíveis no banco de indicadores:

  • Identificação da Região de Saúde / CIR (caracterização dos municípios)
  • População e Nº de municípios (dados demográficos)
  • Características Socioeconômicas e Físicas
  • Condições de Saúde da População
  • Capacidade Instalada
  • Recursos Humanos
  • Produção Ambulatorial
  • Produção Hospitalar SUS
  • Gasto em Saúde
  • Beneficiários (saúde suplementar)
  • Tipologia da Região (segundo oferta e complexidade dos serviços de saúde, tipos de serviço prestado, condições socioeconômicas e de saúde)

inca

 

4 – SITE DO INCA – INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER

O INCA disponibiliza a publicação “ESTIMATIVA 2014 – Incidência de Câncer no Brasil” sobre a estimativa de casos novos de câncer, para prover gestores, serviços de saúde, universidades, centros de pesquisa e sociedades científicas com informações atualizadas que possam subsidiar um maior conhecimento sobre a ocorrência da doença na população brasileira e nas suas regiões.

Esta publicação é realizada a cada dois anos, sempre com base nos dados gerados pelos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP). São considerados 19 tipos específicos de câncer, com base na magnitude e no impacto. As informações são apresentadas de forma consolidada para o país como um todo e de forma desagregada para Estados e capitais.

 

ANS

 

5 – PORTAL DA ANS – AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS apresenta em seu site algumas ferramentas para geração e divulgação de informações sobre a saúde suplementar, úteis tanto para gestores e outros profissionais de saúde como beneficiários. Entre estas está o ANS TabNet, que faz uso do aplicativo TabNet, desenvolvido pelo Datasus – MS, com objetivo de possibilitar a tabulação dos dados dos diversos sistemas de informação da ANS.

O ANS TabNet permite a realização de diversos tipos de consultas sobre beneficiários, operadoras e planos privados de saúde pelo acesso a diversos sistemas de informações da ANS. Estão disponíveis para consultas os dados a partir de março de 2000, em intervalos de atualização trimestral (março, junho, setembro e dezembro), com exceção dos dados sobre mortalidade que têm periodicidade com dados a partir de 2004.
Estas e outras informações sobre saúde suplementar também estão disponíveis no Caderno de Informação da Saúde Suplementar, através de planilhas em excell que podem ser acessadas através de link constante na mesma página (http://www.ans.gov.br/perfil-do-setor/dados-e-indicadores-do-setor).

Informações disponíveis:

  • Beneficiários de planos privados de saúde
  • Taxa de cobertura de serviços
  • Mortalidade de beneficiários da saúde suplementar
  • Operadoras de planos privados de saúde
  • Índice de desempenho da saúde suplementar (IDSS)
  • Índice de reclamações
  • Dados Financeiros e demonstrações contábeis (receitas e despesas)
  • Estabelecimentos de saúde cadastrados
  • Ressarcimento ao SUS

 

Atlas-do-desenvolvimento

 

6 – ATLAS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO NO BRASIL

 

O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil engloba o Atlas do Desenvolvimento Humano nos Municípios e o Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas. É publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA e Fundação João Pinheiro.

Oferece plataforma de consulta ao Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 5.565 municípios brasileiros, 27 Unidades da Federação (UF), 20 Regiões Metropolitanas (RM) e suas respectivas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDH).

O Atlas traz, além do IDHM, mais de 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade, com dados extraídos dos Censos Demográficos de 1991, 2000 e 2010.

 

ipeadata

 

7 – SITE DO IPEA – Instituto de Pesquisas Econômicas aplicadas

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros.

O IPEA disponibiliza em seu site a ferramenta “IPEADATA”, que a partir de diversas fontes, além do próprio IPEA, permite acesso a uma série de dados e indicadores, que podem ser extraídos em formato de tabelas e gráficos editáveis,  organizados em 3 módulos:

  • Ipeadata macroeconômico: Base de dados econômicos e financeiros, incluindo séries estatísticas da economia brasileira e dos aspectos que lhe são mais pertinentes na economia internacional. Os dados, provenientes de diversas outras fontes além do próprio IPEA, são atualizados e documentados de forma sistemática e apresentados na mesma unidade monetária.
  • Ipeadata regional: Base de dados demográficos, econômicos e geográficos para as regiões, estados e municípios brasileiros que se iniciam no Censo Demográfico de 1872. A busca das séries estatísticas pode ser feita por “Palavras-chave” na sua descrição, “Temas” ou assuntos de interesse, “Fontes” de publicação ou pelo “Nível geográfico” para o qual é possível agregar os dados. Os níveis geográficos disponíveis são município, área metropolitana, micro e mesorregião geográfica, estado, região administrativa (como Amazônia Legal, Sudene, Fome Zero, entre outras), bacia e sub-bacia hidrográfica e grandes regiões.
  • Ipeadata social: Base de dados e indicadores sociais abrangendo temas diversos, como nível de renda per capita, desigualdade na distribuição de renda dos indivíduos e domicílios, desempenho educacional, condições de saúde e habitação, inserção no mercado de trabalho, situação dos direitos humanos da população, entre outros. Apresentam-se séries históricas de periodicidade mensal, anual e decenal para o país, grandes regiões, estados, regiões metropolitanas, desagregadas segundo a localização rural ou urbana dos domicílios, cortes etários, níveis de desempenho educacional, anos de escolaridade, sexo e cor dos indivíduos.

 

IBGE

 

8 – PORTAL DO IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE se constitui no principal provedor de dados e informações do País, que atendem às necessidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil, bem como dos órgãos das esferas governamentais federal, estadual e municipal.

O site do IBGE disponibiliza uma ampla gama de informações, referentes às suas diversas áreas de atuação, produtos e serviços. O acesso às ferramentas, publicações e informações de maior utilidade para a gestão do SUS pode ser feito através de canais disponibilizados a esquerda da página, onde destacamos, em “Banco de Dados”:

  • SIDRA – Sistema IBGE de Recuperação Automática (sidra.ibge.gov.br/bda/default.asp): É a principal ferramenta disponibilizada para acesso ao Banco de Dados Agregados do IBGE, que armazena as tabelas produzidas nas diversas pesquisas que o instituto realiza. Disponibiliza informações das mais diversas áreas. Para acessar os dados de maior interesse para o setor saúde, à esquerda da página está o menu “seções”, onde podemos destacar:
    • Demográfico e contagem”: para as informações demográficas e socioeconômicas provenientes dos censos demográficos e contagens populacionais.
    • PNAD – Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios”: Disponibiliza os dados de 2001 a 2013, do sistema de pesquisas domiciliares, que tem como finalidade a produção de informações básicas para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País. Trata-se de um sistema de pesquisas por amostra de domicílios que, por ter propósitos múltiplos, investiga diversas características gerais da população, educação, trabalho, rendimento e habitação, e outras com periodicidade variável, como as características sobre a migração, fecundidade, nupcialidade, saúde, nutrição e outros temas que são incluídos no sistema de acordo com as necessidades de informação para o País. Dentre estes destacamos o Suplemento “Acesso e Utilização de Serviços de Saúde” realizado em 2003 e 2008.
    • Pesquisas” Dentre os resultados de pesquisas disponibilizadas nesta seção, destacam-se a “Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária”, realizada em 2005, a “Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF” realizada em 2008 e 2009, para mensurar as estruturas de consumo, dos gastos e dos rendimentos das famílias, traçando um perfil das condições de vida da população brasileira a partir da análise de seus orçamentos domésticos, a “Pesquisa Nacional de Saneamento Básico”, realizada em 2008, a “Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar – PeNSE”, que em sua segunda edição, realizada em 2012, investigou os fatores de risco e proteção à saúde dos adolescentes, junto aos estudantes do 9º ano do ensino fundamental do País  e a recente “Pesquisa Nacional de Saúde -PNS”, realizada em 2013, que teve os primeiros resultados divulgados no final de 2014.

Esta última pesquisa, em sua primeira edição, realizada em convênio com o Ministério da Saúde, agrega dados relacionados às condições de saúde da população brasileira, com enfoque em três perspectivas: estilo de vida (consumo alimentar, uso de álcool, prática de atividade física e tabagismo), percepção do estado de saúde (avaliação qualitativa que os indivíduos fazem da própria saúde, englobando tanto componentes físicos quanto emocionais) e doenças crônicas (hipertensão, diabetes, colesterol, asma, doenças cardiovasculares e neuropsiquiátricas, câncer, entre outros problemas de saúde).

Outros volumes temáticos com resultados desta pesquisa serão ainda divulgados.

  • BME: Banco Muldidimensional de Estatísticas
  • Séries Estatísticas: Séries históricas e estatísticas divulgadas pelo IBGE. Os dados podem ser consultados online através de tabelas, gráficos e mapas temáticos ou baixados para análise posterior.
  • Cidades@: Ferramenta para se obter informações sobre todos os municípios do Brasil num mesmo lugar. Aqui são encontrados gráficos, tabelas, históricos e mapas que traçam um perfil completo de cada uma das cidades brasileiras.
  • Estados@: Ferramenta para acesso às diversas informações produzidas pelo IBGE a respeito de cada estado Brasileiro, como censos demográficos, PNADs – pesquisas nacionais de amostras de domicílios. PNS – Pesquisa Nacional de Saúde, dentre outros.
  • Paises@: Ferramenta para acesso a algumas informações dos diversos países, incluindo dados demográficos e indicadores sociais, econômicos, ambientais e os relacionados aos objetivos do milênio.
  • Mapas: Permite acesso ao portal de mapas do IBGE, incluindo alguns de acesso interativo.
  • Pesquisa de Informações Básicas Estaduais: Permite acesso aos resultados da segunda edição da Pesquisa de Informações Básicas Estaduais – ESTADIC, estes estão organizados em sete capítulos, onde são destacados aspectos relevantes da gestão e da estrutura desses entes federados a partir dos seguintes eixos temáticos: recursos humanos das administrações, saúde, meio ambiente, política de gênero, assistência social, segurança alimentar e nutricional e inclusão produtiva.
  • Pesquisa de Informações Básicas Municipais: Informações sobre a estrutura, a dinâmica e o funcionamento das instituições públicas municipais, em especial da prefeitura, compreendendo, também, diferentes políticas e setores que envolvem o governo municipal e a municipalidade.
  • Metadados: Acesso a informações úteis para identificar, localizar, compreender e gerenciar os dados produzidos pelo IBGE, descrevendo seu acervo institucional nas áreas de Estatística e de Geografia. Através desse sistema é possível verificar características e documentos relacionados aos produtos do Instituto.
  • Área Territorial Oficial: Acesso a informações cartográficas, topográficas e à área territorial dos estados e municípios.
  • Banco de Dados Geodésicos (Sistema Geodésico Brasileiro).

 

9 – OUTRAS FONTES DE INFORMAÇÃO DE INTERESSE PARA A GESTÃO.

Apresentamos a seguir “links” para outros sítios eletrônicos, que podem conter diversas informações de interesse para a gestão do SUS, apesar de não terem sido utilizadas na elaboração dos indicadores relacionados neste guia:

 

Atualizado em 22/02/2015
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