Hugol apresenta resultados de projeto do Ministério da Saúde e do Hospital Sírio Libanês

O secretário de estado da Saúde Leonardo Vilela e diretores do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol) participam, no dia 19 de dezembro das 8h às 16h, de reunião para apresentar os resultados do projeto “Excelência operacional nas emergências do SUS”, no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.  Representantes do Ministério da saúde que desenvolve o projeto com o hospital paulista, também participarão, validando as experiências apresentadas por seis hospitais brasileiros. 

“Um dos grandes desafios para a saúde pública no Brasil é o gerenciamento eficiente da porta de entrada das unidades de saúde para evitar a superlotação e garantir um atendimento resolutivo aos pacientes do Sistema Único de Saúde”, explica o secretário Leonardo Vilela sobre o projeto, em que o Hugol obteve excelente desempenho.

De acordo com o diretor-geral do Hugol Hélio Ponciano, o foco desde a inauguração da unidade é proporcionar melhorias contínuas dos fluxos intra-hospitalares, e por causa disso, o Hugol vem implementando ações voltadas à qualidade e à segurança do paciente, à gestão estratégica e ao aperfeiçoamento dos processos.

Como parte dessa estratégia, o hospital está inserido no projeto “Excelência Operacional nas Emergências do SUS”, do Ministério da Saúde, com consultoria do Hospital Sírio-Libanês, um dos hospitais de excelência no Brasil. O projeto foi iniciado em agosto de 2017 com conclusão agora em dezembro, com as seguintes etapas: diagnóstico, desenvolvimento do plano de contingência, melhoria dos processos, estabelecimento de protocolos clínicos e aprendizado com as boas práticas. 

Foto: SES/GO

Resolução – O gerente do projeto “Excelência Operacional nas Emergências do SUS”, Ricardo Bertolucci, responsável pelos seis hospitais envolvidos no projeto, explica que “esse projeto foi uma demanda do Ministério da Saúde junto ao Hospital Sírio-libanês com o objetivo de reduzir o problema de superlotação nas emergências do SUS. Como o Hugol é um hospital recente, o Ministério entendeu que seria a melhor escolha”.

De acordo com o Welfane Cordeiro, consultor e gerente técnico do projeto, “hoje o que chamamos de superlotação do serviço de urgência vem a partir de um consenso que foi feito em Boston (EUA). A superlotação não é um problema só do Brasil: aqui temos nossas peculiaridades, mas é um problema que está acontecendo em praticamente todos os serviços de urgências do mundo e os profissionais estão tentando enfrentar essa situação através de novas metodologias e da utilização de métodos de outras áreas. Estamos trazendo algumas experiências internacionais e aplicando-as nesse projeto”.

Efetividade – O diretor geral do Hugol, Hélio Ponciano Trevenzol, ressalta que a consultoria é uma grande oportunidade para o hospital, que recebe a capacitação através da experiência do Sírio-Libanês. “Colocamos em prática o piloto da reformulação de nossos processos assistenciais e de apoio na Emergência do Hugol. Os resultados iniciais demonstram uma maior efetividade no atendimento, possibilitando atender mais pessoas, com maior qualidade”, ressalta Trevenzol.

Além do Hugol, que está representando Goiás e o Centro-Oeste do país, existem outras cinco unidades inseridas na consultoria durante esse semestre, hospitais localizados em São José (SC), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG), Palmas (TO) e São Paulo (SP). Marco Bravo, consultor de excelência operacional do Sírio-Libanês, conta que “estamos na fase de implantação dos planos de ações e de análise do andamento. Dentre os hospitais do projeto, o Hugol teve um excelente desenvolvimento e progresso na execução das iniciativas, o que expressa muito bem sua capacidade de gestão e motivação no projeto. Os indicadores estão avançando bastante e a capacidade operacional está definida e controlada”.

O médico e consultor de expertise em emergências, Luiz Ronaldo Huber, complementa que “já foram implantadas várias melhorias no processo com base nas ferramentas da metodologia Lean”.

“Estamos obtendo progressos, os frutos são perceptíveis e esperamos avançar cada vez mais aqui. Sabíamos que o Hugol tem grande potencial, capacidade gestora e dedicação da equipe em nível gerencial e operacional – é uma instituição jovem, que está montando sua cultura institucional, e isso é fundamental. Trabalhando com o Ministério da Saúde, juntamente ao Sírio-Libanês, um hospital de excelência e referência em atendimento, isso tem muito a somar”, avalia.

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