
Renan Calheiros afirmou que considera “acertada e ainda válida a iniciativa da presidente Dilma Rousseff de realizar esta reforma por meio da consulta popular, seja por plebiscito ou referendo.” Ele argumentou que a consulta popular é necessária por que depois de tantas tentativas ficou claro que o Congresso, sozinho, é incapaz de realizar a reforma política.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), destacou que, entre as principais decisões dos senadores, em 2013, estão o fim do voto secreto em cassações e vetos presidenciais, a ficha limpa para servidores públicos, e a definição da corrupção como crime hediondo.
“O ano de 2013 ficará marcado na história do Parlamento Brasileiro”, disse Renan Calheiros. “A instituição se afirmou e apresentou respostas concretas em um dos períodos mais delicados do País.”
A política de racionalização e austeridade que implicou em profundo corte de gastos e mudança na cultura administrativa da Casa foi também citada presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). “Contratos foram extintos e revistos, estruturas administrativas foram fundidas, privilégios foram eliminados e cargos comissionados foram cortados. A redução diminuiu os gastos com pessoal, custeio e investimentos, mostrando que é possível fazer mais com menos,” registrou Renan Calheiros.
No lançamento do livro no qual é publicada a transcrição integral dos debates realizados durante as sessões temáticas, Renan explicou:
“No ano de 2013 realizamos três sessões temáticas: a da reforma política com a ilustre presença da ministra Carmem Lúcia, presidente do TSE; outra sobre as fontes de financiamento para a saúde pública, que contou com a participação dos ministros Alexandre Padilha, da Saúde, e Miriam Belchior, do Planejamento e; por último, o debate sobre a necessidade de um novo pacto federativo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega e alguns governadores.”
Matéria extraída do portal do Senado Federal – www.senado.gov.br
Foto: Jane Araújo