Mais 50 Núcleos de Saúde da Família no país

Com o objetivo de fortalecer a rede “Saúde Mais Perto de Você”, o Ministério da Saúde autorizou na quinta-feira (16), por meio da Portaria 276, quarenta e nove municípios em 13 estados brasileiros a contratar profissionais para atuar nos Núcleos de Apoio ao Saúde da Família (NASFs). Ao todo serão instalados 50 novos NASFs, sendo que 20 deles atuarão na Modalidade 1 e 30, na Modalidade 2. Para a implantação desses novos NASFs, o Ministério garantiu R$ 580 mil. Para o custeio anual das novas unidades, os recursos federais chegam a R$ 6,9 milhões.

Desde o ano passado, os municípios podem implantar duas modalidades de NASFs: os do Tipo I, em que a soma das cargas horárias semanais dos profissionais que atuam no apoio às Equipes de Saúde da Família (ESFs) deve ser de, no mínimo, 200 horas semanais; e os NASF Tipo II, em que os profissionais acumulam, no mínimo, 120 horas semanais. Os municípios que aderem ao Tipo I recebem, do Ministério da Saúde, R$ 20 mil para a implantação e mais R$ 20 mil mensais para o custeio das equipes. Já as secretarias de saúde que implantam NASFs do Tipo II, contam com R$ 6 mil para a instalação das unidades e mais R$ 6 mil mensais de custeio.

De acordo com a Portaria 276, os estados de Alagoas, Acre, Amazonas, Ceará e Maranhão estão autorizados a instalar oito NASFs Tipo I. Já Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins podem implementar 12 NASFs Tipo I e 30 NASF Tipo II.

Atendimento – Nos NASFs, os profissionais de saúde atuam em atividades como consultas conjuntas, discussões de casos e ações de educação em saúde junto à população. Com a ampliação das competências dos NASFs (em outubro do ano passado), o Ministério da Saúde aumentou em até quatro vezes a capilaridade de resolutividade da Estratégia Saúde da Família. “As Equipes de Saúde da Família passaram a contar com a retaguarda de diferentes profissionais. Como consequência, ampliou-se ainda mais a capacidade de assistência à população”, observa o coordenador do Departamento da Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Pinto.

Fonte: Paula Rosa /Agência Saúde

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