No Governo Itinerante, SES lembra que Cartão de Vacinação é documento

SES/GO

O Cartão de Vacinação é um documento tão importante quanto a Carteira de Identidade ou o CPF. O alerta está sendo dado a todos que procuram o posto de vacinação da SES instalado no Governo Itinerante – edição Aparecida de Goiânia.

O documento, quando preenchido corretamente, contém informações sobre o histórico de imunização e mostra quando é preciso buscar proteção novamente, ou seja, se vacinar de novo. Enquanto algumas vacinas precisam ser tomadas de ano em ano, outras têm duração maior, podendo chegar a até dez anos. Com um prazo de validade tão extenso, o cartão de vacinação ajuda a lembrar quando é hora de se vacinar outra vez.

Até às 16h dessa quarta-feira, 8 de maio, tinham sido aplicadas 182 vacinas no posto da SES no Governo Itinerante, sendo 35 antitetânica, 99 contra Influenza, 34 contra hepatite B e outras 14 contra febre amarela.

A professora Florismar Terezinha de Jesus Ribeiro foi uma das que procurou o posto de vacinação da SES para garantir proteção contra a influenza. Ela escolheu o local devido à facilidade de acesso. “Fica perto da minha casa. Eu já não queria deixar para o último dia, então aproveitei”, disse, lembrando que a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza termina nesta sexta-feira, dia 10.

Quem também procurou o posto da SES foi o engenheiro agrônomo Rodrigo Cruvinel Ribeiro. Ele aproveitou e levou os pais, uma tia e uma prima. “É a primeira vez que eu venho (em um Governo Itinerante) e aproveitei para trazer todo mundo. A gente mora em Hidrolândia, é perto e dá pra resolver muita coisa em um só lugar”, justificou.

Florismar, Rodrigo e tantos outros não levaram o Cartão de Vacinação. Aliás, de cada dez adultos, apenas um leva o documento. A estimativa é da técnica Neuza Gonçalves Correa, informando ainda que a situação é inversa no caso das crianças. “Quase 100% das mães trazem o Cartão”. Os jovens e adultos que chegam sem o Cartão recebem um novo, feito na hora e, claro, recebem a vacina. “A gente vacina e aproveita para recomendar à pessoa que guarde o Cartão, dê uma olhadinha de vez em quando, que faça uso dele como fonte de informação para se cuidar”, acrescenta Neuza.

Enquanto faz um Cartão novo, para um usuário que “não tem a menor ideia” de onde guardou o documento feito ano passado durante a Campanha de Vacinação Contra a Influenza, a enfermeira Kênia Barbosa Rocha reforça que o Cartão de Vacinação é um documento pessoal e intransferível, que deve acompanhar todas as fases da vida de uma pessoa. “Depois do Cartão da Criança tem a Caderneta do Adolescente e a Caderneta do Idoso. Todas as épocas são importantes e precisam de cuidados específicos. As cadernetas são as agendas que marcam as ações e as providências que precisam ser tomadas”, explica.

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