Avança a vacinação nas áreas vulneráveis e para pessoas em situação de rua

Foto: Divulgação/SES-DF

Ação ocorre em diversas regiões do Distrito Federal; em São Sebastião, equipe vacinou 38 pessoas na última quarta (7)

A Secretaria de Saúde continua com as ações para vacinar a população em situação de rua em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). Na última quarta-feira (7), as equipes da Região de Saúde Leste vacinaram 38 pessoas, que vivem nessas condições, em São Sebastião. A área onde foi feita a ação foi mapeada por técnicos da Sedes, que envolveu o trabalho de 140 profissionais da pasta diretamente envolvidos no acolhimento da população em situação de rua.

A equipe contabilizou 102 pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade. Deste quantitativo, 38 já foram vacinadas pela Atenção Primária da Região Leste com a vacina Janssen, aplicada em dose única.

O público contemplado com a vacina está instalado atualmente no Centro de Convivência de idosos de São Sebastião, que são casas de passagem que também recebem pessoas em situação de rua de forma provisória.

Segundo a gerente de Áreas Programáticas da Atenção Primária, na Região de Saúde Leste, Verônica Lobo, a ação também atingirá pessoas que estão fora das casas de passagem. “A área de Desenvolvimento Social irá até as ruas, praças, terminais rodoviários e áreas de difícil acesso para que possamos ampliar a cobertura vacinal dessa população que é muito vulnerável”, finaliza.

A imunidade de rebanho é atingida quando 70% da população se torna imune a uma doença, reduzindo as chances de contágio dos outros 30% restantes.

Taguatinga

Em Taguatinga, equipes da Atenção Primária da Região de Saúde Sudoeste vacinaram pessoas que vivem numa área de vulnerabilidade social na região da Boca da Mata. Elas foram acolhidas por uma equipe multiprofissional que vacinou contra a covid-19 aqueles que estão na faixa etária atual de vacinação, com 44 anos ou mais, e sem sintomas da covid-19.

As ações nas áreas com vulnerabilidade atendem ao público que tem dificuldade no acesso a informações por meio dos veículos de comunicação de massa e da internet.

Por  Adriana Silva, da Agência Saúde-DF
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