Coronavírus e economia é tema do Sala de Convidados

Não se trata de uma questão epidemiológica isoladamente, apesar da alta complexidade e gravidade na saúde das pessoas e no funcionamento do sistema de saúde. A pandemia de Covid-19 traz reflexos sociais relevantes, impactando a vida das pessoas em todas as áreas. Sistêmico e global, o novo coronavírus chegou para abalar as estruturas das populações e dos países, que já estão pagando uma conta alta.

Diferentes áreas de governos mundiais estão se organizando para medidas conjuntas, que permitam sair dessa pandemia diminuindo o caos já instaurado. No Brasil, em um esforço para conter o vírus, foi anunciado nessa semana, em coletiva à imprensa, a união de alguns ministérios para ações integradas de áreas do governo que são interdependentes, sobretudo no momento de crise.

O novo coronavírus alargou fronteiras, não apenas no que diz respeito ao contágio, mas em relação à vida em sociedade. As desigualdades sociais saltam aos olhos e o regime capitalista está desnudado. São questões que os governos estão sendo obrigados a encarar e a fazer algo a respeito, para evitar o colapso da economia cuja recessão já está anunciada.

Pessoas na informalidade do trabalho e autônomos que não conseguem manter suas atividades; celetistas com contratos suspensos temporariamente, ficando sem remuneração; empresas livres para negociar a redução salarial de seus empregados, na tentativa de evitar a demissão em massa; empregados ficando desempregados; e microempreendedores e pequenos empresários na iminência de fecharem as portas. Medidas já vêm sendo tomadas por governos em parte do mundo, e no Brasil não é diferente.

Assista ao Sala de Convidados, nesta quinta-feira (2), das 11h às 12h, e saiba que medidas são essas para conter o impacto sistêmico da pandemia de Covid-19. Além dos convidados no estúdio ao vivo, o programa terá matérias com a cientista política e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Sônia Fleury e com o economista  e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Carlos Ocké-Reis; depoimentos de  brasileiros que vivem em países, como Itália, França, Portugal, Canadá, Inglaterra, Espanha, Holanda e Estados Unidos, em um breve panorama do cenário global;  e a história de pequenos empreendedores para superar o momento de crise. Tem muita informação e a participação, como sempre, já está aberta para quem quiser enviar perguntas e comentários. Participe!

Dicas importantes

O programa mudou para às quintas-feiras, mas continua ao vivo no mesmo horário, das 11h às 12h. Outra mudança importante é para quem assiste por meio de antena parabólica. O Canal Saúde está em nova frequência, 4085 e com novo symbol rate, 4400. É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.

Sobre o Sala de Convidados

Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.

Como assistir 

Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 62.4, em São Paulo , na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse o site do Canal Saúde e clique em ‘Assista Agora’ na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.

Fonte: Canal Saúde
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